A Nasa anunciou no final de fevereiro a descoberta de sete planetas potencialmente dentro da zona habitável da estrela Trappist-1, localizada a 40 anos-luz da Terra. É uma informação empolgante, pois nunca haviam sido encontrados tantos planetas rochosos com possibilidade de conterem água líquida (e vida) de uma vez. O Salvador Nogueira explicou muito bem no seu ótimo blog Mensageiro Sideral.

Enquanto os astrônomos seguem nos estudos para descobrir se há ou não vida em algum desses astros, eu já começo a viajar mais longe. Uma coisa interessante é que os sete planetas do sistema da Trappist-1 têm órbitas muito próximas. Isso significa que, de um, é possível ver o outro com bastante detalhes, mais ou menos como nós observando a lua.

Não dá para afirmar que existe vida em um desses corpos celestes, muito menos que há em todos os sete e que elas são evoluídas. Mas o sangue nerd borbulha pensando na possibilidade de haver. Afinal, com uma distância tão reduzida entre eles, seria viável imaginar que civilizações que surgissem por ali poderiam efetivamente viajar de um planeta para o outro (algo que sonhamos aqui na Terra, mas será tecnologicamente inviável por muito tempo).

Vida longa e próspera ao sistema da Trappist-1. Que a força esteja com ele (sim, eu misturei as referências de propósito).

Mas, falando sério e de algo muito mais concreto, fiz uma reportagem para o site da Nova Escola sobre como a descoberta de novos planetas é fascinante e pode ser estudada por diversos enfoques, em diversas áreas. Astronomia é um barato!

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