Detalhe de "Martírio de Tiradentes", obra de Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo

Detalhe de “Martírio de Tiradentes”, obra de Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo

O calendário brasileiro só prevê feriados nacionais dedicados a dois indivíduos. Um é Jesus, que motiva a celebração da Páscoa, de Corpus Christi e do Natal. O outro é Tiradentes, um dos líderes de um movimento independentista organizado em Minas Gerais que ruiu antes mesmo de entrar em ação e virou até bandeira do estado em que ocorreu.

Esse espaço tão destacado passa a sensação de que a Inconfidência Mineira e Tiradentes foram os maiores ícones da luta pela independência do Brasil. Mas não é bem assim. Duas reportagens de Nairim Bernardo (que tive o prazer de editar) no site Nova Escola mostram como o mito foi construído no início da República Velha e elenca nove mentiras e uma verdade sobre a história desse personagem.

O Dia da Consciência Negra (20 de novembro) não foi mencionado porque não é um feriado nacional. Ainda que seja celebrado em quase todo o Brasil, sua adoção é de responsabilidade dos municípios.

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