O turismo no Rio sem Reveillón e Carnaval

Desfile de escolas de samba do Rio de Janeiro (Flickr / Terry George)

A indústria do turismo foi uma das mais afetadas com a pandemia de coronavírus, e, para a retomada, muitas empresas e operadoras apostam em viagens que permitam ao turista ter experiências mais isoladas ou em ambientes mais controlados. Mas como fazer se a essência de algum destino é a aglomeração de pessoas? É o problema que o Rio de Janeiro vem enfrentando em um mundo em que é recomendável evitar a folia do Carnaval, passar o Reveillón com uma multidão na praia ou mesmo fazer rodas de samba na calçada.

Uma reportagem de Ana Paula Grabois para o El País mostra a situação do setor cultural carioca. De acordo com o site, bares e restaurantes teriam fechado 9 mil dos 110 mil (8,2%) postos de trabalho no Rio de Janeiro. No setor hoteleiro o cenário seria ainda pior: 20% de cortes.

A crise também chegou às escolas de samba, que fecharam seus ensaios no que seria a época de escolha dos sambas-enredo para o ano seguinte, sempre um período em que a comunidade se mobiliza e os barracões enchem. No meio, não se imagina realizar o Carnaval de 2021 sem a chegada da vacina. Um adiamento da festa é possível, mas mesmo para isso haveria limite, pois poderia prejudicar a preparação apra 2022.

Vale a pena ver a reportagem completa neste link.

Qual a principal atração turística de cada país do mundo (segundo o TripAdvisor)?

A proposta em si é sedutora: uma ilustração que apresente o passeio ou destino turístico mais importante de cada nação do mundo. É aquela curiosidade legal que alimenta boas conversas entre pessoas que gostam de viajar. Por isso, o usuário do Reddit que se identifica como Qahlel (Clark Kent, é você?) criou um mapa bem legal com esse tema.

O problema é como qualificar a importância de passeios ou destinos turísticos. É possível usar a quantidade de visitantes, mas nem sempre esse dado é disponível, sobretudo em países com pouca estruturação do setor do turismo. Assim, o Qahlel fez algo prático: adotar as avaliações dos usuários do TripAdvisor como parâmetro.

Como dado científico, o valor é bem baixo. A nota de um turista em sites como esse é fortemente influenciada pela expectativa que ele próprio tinha sobre o destino ou passeio e nem sempre reflete a real — ou, ao menos, a racional — opinião dele. 

No entanto, um monte de veículo sério tem usado pontuação do TripAdvisor para fazer ranking e matérias desse tema, então não dá para condenar muito um usuário do Reddit que o fez informalmente. Por isso, acaba sendo interessante como curiosidade, até porque o Qahlel teve a boa sacada de classificar os destinos por histórico, natural, religioso e turístico. 

Veja o mapa completo abaixo (clique aqui para ver em maior resolução).

Principal atração turística de cada país segundo o TripAdvisor
Principal atração turística de cada país segundo o TripAdvisor

Como entrar nos Estados Unidos sem passar pela imigração – e nem infringir a lei

Juntar documentação, pagar uma taxa salgada, pedir o visto, passar por uma entrevista, conseguir o visto, pagar uma passagem aérea (ou ficar dias na estrada ou em um navio) e passar pela imigração no aeroporto ou na fronteira, com nova entrevista e eventual vistoria. Entrar em território norte-americano não é fácil para um estrangeiro. Mesmo para quem seja de algum país que dispense visto, ainda terá de passar por alguns desses processos e correr o risco de ser barrado.

Mas há uma maneira de entrar nos EUA sem passar por nenhum desses trâmites. Não que se possa fazer muita coisa com isso, mas vale mais pela curiosidade e pelo eventual fetiche que alguém pode ter apenas em pisar em território americano.

A fronteira americana é completamente aberta em um ponto: Hyder, uma cidade de 87 (sim, oitenta e sete. Não há erro de digitação) habitantes na fronteira entre o Alasca e o estado de Colúmbia Britânica, no Canadá. O melhor acesso à vila é por terra, e qualquer um que vier pela estrada terá passagem livre, sem inspeção de documentação ou do veículo.

Localização de Hyder na fronteira entre o Alasca e o Canadá (Reprodução)
Localização de Hyder na fronteira entre o Alasca e o Canadá (Reprodução)

Essa abertura ocorre por uma questão prática. O governo americano mantinha um posto de imigração na cidade até a década de 1950. No entanto, o gasto era desproporcional para uma fronteira pouco usada e de pouco risco.

O acesso por terra é pela rodovia 37A, que vem de Stewart, Canadá. Depois de passar por Hyder, a estrada se transforma na NFD 88, uma via que segue pela floresta (NFD é “National Forest Development”) em direção ao norte e depois retorna ao território canadense, para as minas Premier (ouro, já desativada) e Granduc (cobre). Ou seja, Hyder está ilhada do resto dos Estados Unidos e sua única comunicação por terra é com o Canadá.

Detalhe mostrando o acesso de Stewart, Canadá, a Hyder, EUA (Reprodução)
Detalhe mostrando o acesso de Stewart, Canadá, a Hyder, EUA (Reprodução)

Essa característica sempre fez Hyder depender muito de suas vizinhas canadenses, tanto que seu auge foi na época de funcionamento da mina Premier. Da mesma forma, o isolamento dá ao governo norte-americano a garantia que um imigrante não entrará ilegalmente no país por esta fronteira.

Toda a comunicação de Hyder com o resto dos EUA se dá por avião, com voos periódicos para Ketchikan, cidade mais próxima (distância de 102 km de florestas, montanhas e mar) e ponto de partida para o resto do Alasca. É nessa conexão que ocorre toda a vistoria de estrangeiros.

Todo avião que chega de Hyder é tratado como voo internacional no aeroporto de Ketchikan e seus passageiros estão sujeitos à vistoria das autoridades norte-americanas. Ou seja, até dá para entrar nos EUA sem passar pela imigração, desde que a pessoa se contente em ficar em uma cidade de menos de 100 habitantes.

O mapa-raspadinha é uma ideia genial para quem gosta de viajar, e ainda está em promoção

A raspadinha parece uma ideia interessante: é uma loteria que permite ao apostador conhecer o resultado imediatamente e até levar um eventual prêmio na hora (dependendo do valor). Basta comprar o cartão e raspar. Mas, convenhamos, a injeção de adrenalina é tão curta que nem dá para se divertir um pouco e os valores, mesmo os mais generosos, não chegam a transformar alguém em milionário. 

Muito mais legal é o mapa-raspadinha, oficialmente chamado Globetrotter World Map, desenvolvido pela Wanderland. Essa maravilha permite que você coloque o mapa-mundi onde quiser e vá raspando os países (ou estados, no caso de Estados Unidos e Canadá) que já visitou. Quer dizer, essa é a proposta, mas você pode ser subversivo e raspar as nações com o critério que quiser, como seleções já classificadas para a próxima Copa do Mundo, lugares que têm maioria cristã ou, sei lá, regiões que compunham o Império Britânico no seu auge.

Essa maravilha está à venda na internet por um preço de catálogo de R$ 188. No entanto, a empresa fez uma promoção nesta semana, vendendo por metade do preço e sem o frete. Ótimo!

O prazo anunciado para esta liquidação já se esgotou, mas o site da Wanderland dá algumas horas extras sempre que a contagem regressiva zera. Então, vá correndo e veja se ainda consegue pegar um. O Dia das Mães está chegando (não sei se sua mãe gostaria disso, mas você pode usar esse argumento cínico e egoísta para gastar dinheiro em si próprio).

Dica do leitor Rodrigo Borges

Muro cinza no Beco do Batman é sinal de como falta diálogo para resolver atritos na cidade

São Paulo é uma cidade que não sabe se ver como turística. Várias de suas características e locais têm apelo para visitantes de outras partes do Brasil ou estrangeiros, mas muitas vezes as autoridades e a própria população não dão a importância devida a isso. Assim, quando um dos muros do Beco do Batman apareceu todo cinza, logo se imaginou que mais um atrativo da capital paulista era apagado. Mas o caso era mais complicado.

A pintura não surgiu de um arroubo da prefeitura ou de um protesto contra o grafite. Foi uma resposta de João Batista da Silva, 70 anos, ao que considerava abusos que ocorriam na região. Como proprietário do imóvel onde está o muro, ele tinha o pleno direito de deixar o espaço com a linguagem visual que desejasse, fosse ela um grafite ou um paredão unicolor. Mas a atitude que tomou, da forma que tomou, evidenciou como o debate sobre o espaço público é feito muito mais na base da pancada do que da conversa.

Silva reclamava do barulho na região, da falta de respeito dos grafiteiros (um teria dito “Você tem que dar graças a Deus que não pinta sua casa. Nós pintamos para você”) e até que algumas pessoas organizariam passeios na região, falava alto, pulava o muro para fazer foto e ganhava dinheiro com isso, sem repassar nada aos moradores. O morador admitiu que estava com raiva no momento, e alguns de seus relatos podem até estarem mais fortes que o real, mas seu argumento merece consideração.

O Beco do Batman se transformou em um ponto turístico, sobretudo para o público que passou a reconhecer a capacidade e criatividade dos artistas de rua de São Paulo. Eu (alerta para opinião pessoal do blogueiro) defendo o direito à manifestação artístico e jamais apagaria os grafites que lá estavam, mas isso não pode ser colocado de modo unilateral. O dono do imóvel precisa ser consultado até como maneira de legitimar ainda mais aquela arte como uma manifestação que pertence à toda a comunidade. Do mesmo jeito, o morador não precisava ter se manifestado de forma tão agressiva (se não foi fisicamente agressiva, foi simbolicamente) para se fazer ouvir. E os defensores do grafite não podiam pichar o muro cinza para reclamar.

No final das contas, falta diálogo. As pessoas estão manifestando suas ideias com o fígado, impondo situações ao invés de buscar uma conversa. Depois da confusão, Silva concordou em ceder seu muro para os grafiteiros, mas em termos mais amigáveis (eventualmente com compensação financeira).

Talvez toda a confusão não tivesse ocorrido se os dois lados, artistas e morador, conversassem desde o começo. Mas esse mesmo cenário podemos ver para várias áreas de conflito na cidade, incluindo motoristas e pedestres, comerciantes e blocos de Carnaval e moradores e donos de casas noturnas.

Um teste para ver se você não se deixa enganar por cópias ao ver um ponto turístico

Gôndola pelos canais falsos do hotel Venetian, em Las Vegas (Divulgação)
Gôndola pelos canais falsos do hotel Venetian, em Las Vegas (Divulgação)

Reproduzir um ambiente, um cenário, um monumento histórico é coisa antiga. Muitas vezes é uma forma de homenagear o marco original, outra é de atrair um pouco de atenção do público. Na China, o excesso de dinheiro sobrando (como nos hotéis-cassinos de Las Vegas, caso da foto acima) e uma admiração talvez um pouco exagerada pelos ícones ocidentais criou uma mania em construir cópias de pontos turísticos europeus e norte-americanos.

Esse foi o mote para mais um teste do Guardian Cities, a página de vida urbana do jornal inglês Guardian. Você consegue identificar o monumento verdadeiro do falso? São 12 comparativos, sete deles da versão original contra uma chinesa. Acertamos todos, então não é tão difícil assim.

Paris perdeu 1,5 milhão de turistas em 2016 (algo a ver com o terrorismo?)

Janeiro de 2015, a redação do jornal Charlie Hebdo, em Paris, é invadida por um terrorista descontente com a forma de o veículo retratar Maomé e vários cartunistas são mortos. Novembro do mesmo ano, uma série de atentados ocorre na capital francesa, matando mais de cem pessoas em alvos que foram de uma casa de shows a um estádio de futebol. Era esperado que tudo isso impactasse o turismo na cidade. E realmente impactou.

Números divulgados pelo Comitê Regional de Turismo mostra que hotéis na Île-de-France (região em torno de Paris) tiveram uma queda de 1,5 milhão de pessoas hospedadas de 2015 para 2016. Apesar de o índice anunciado não vir com uma pesquisa que justifique o declínio, o medo do terrorismo é apontado como causa mais provável.

O impacto nos números nacionais é nítido. A França recebeu 85 milhões de turistas estrangeiros em 2015, número que caiu para em torno de 82,5 milhões em 2016. A queda parisiense é mais da metade da queda de todo o país, que ainda teve o atentado terrorista em Nice em julho último.

Ainda assim, há motivos para otimismo. Por mais significativa que seja a queda de turistas, ela ainda é proporcionalmente pequena dentro do total recebido pela França (menos de 5%). O próprio comitê admitiu que a queda foi menor que a esperada.

De qualquer forma, o país continua sendo o principal destino turístico de estrangeiros no mundo. Os números globais só saem em março, mas os Estados Unidos, segundos colocados no ranking da Organização Mundial de Turismo, receberam 77,5 milhões em 2015 e é improvável que tenham ganhado 6 milhões em um ano.

Obra de aeroporto atrasa sete anos e custará o triplo do programado. Na Alemanha

Primeiro, foi o projeto mal feito do sistema de segurança contra incêndio. Depois, o ar condicionado era fraco demais e não havia balcões de chack ins de bagagens suficientes. Agora, são as mais de mil portas automáticas que precisam ser recolocadas para fechar adequadamente. E, de problema idiota em problema idiota, o novo aeroporto internacional de Berlim vai se tornando um grande mico.

Apesar de todos os investimentos que recebeu nas últimas décadas para se mostrar como uma metrópole moderna e cosmopolita, a capital alemã ainda vive com mutia defasagem em um de seus portões de entrada. O aeroporto internacional de Tegel tem boa parte de sua estrutura ainda da época da Guerra Fria, quando servia a Berlim Ocidental. Corredores são estreitos, a circulação é ruim e há pouco espaço para diversos serviços. O Schönefeld está sendo ampliado, mas não tem tamanho para receber voos de grande porte.

O plano de construir um novo aeroporto internacional começou com a reunificação alemã, mas apenas seu planejamento levou 15 anos. Em 2006, foi anunciada a construção do Aeroporto Internacional Willy Brandt, conhecido popularmente como Berlim Brandenburgo. Ele teria capacidade para 27 milhões de passageiros por ano, 10 mil vagas de estacionamento e sairia do chão a um custo de € 2,5 bilhões. A obra seria entregue aos berlinenses em outubro de 2011.

Desde então, tudo deu errado, em uma sequência de erros que parece mais a história de várias obras públicas brasileiras. Houve de problemas de projeto a suspeita de corrupção, passando até pela contratação de pessoas sem qualificação adequada para o serviço. 

O resultado disso são os esperados: com a descoberta do problema nas portas automáticas – que não fecham direito e, por isso, não oferecem segurança em caso de incêndio -, a conclusão das obras foi adiada mais uma vez, para 2018, e o custo está oficialmente em € 6,8 bilhões. No entanto, técnicos já estimam que a inauguração só deve ocorrer no final de 2019 e o custo real ficará em, no mínimo, € 8 bilhões, mais que o triplo do prometido.

O prejuízo não está apenas no atraso e no aumento de custo. Está também no bloqueio de outras iniciativas. O Tegel deveria ser desativado em 2012, dando lugar a uma universidade e edifícios residenciais, além de deixar espaço para projetos que ainda seriam definidos. Uma medida importante para um aeroporto que está sendo engolido pelo crescimento da cidade.

Mas o Tegel se arrasta, claramente ultrapassando sua vida útil. Tudo porque os alemães estão conseguindo fazer tudo errado ao construir um aeroporto à altura de sua capital. Se tudo o que ocorre no Brasil o motiva a dizer, de brincadeira, “7 a 1 foi pouco”, talvez seja a hora de dizer que foi muito.

Veja só o efeito da Mona Lisa no mapa de postagens do Louvre no Instagram

É difícil ver com atenção a Mona Lisa ao vivo. O quadro é pequeno (73 cm de altura e 53 de largura) e fica em uma sala relativamente pequena e absurdamente lotada do Museu do Louvre, em Paris. Por segurança, os visitantes ainda são obrigados a guardar uma distância da obra de Leonardo da Vinci, que ainda é protegida por um vidro blindado. Em bom português, a experiência de vê-la tem tanto de cultura quanto de luta corporal.

Ainda assim, é o ponto alto de quase todas as visitas ao Louvre, por mais que o museu parisiense tenha obras espetaculares em tudo quanto é ala. E agora é fácil ter uma medida de quão importante é a Mona Lisa para os visitantes. O Maps.Me postou em sua conta no Twitter um mapa das postagens no Instagram feitas em algum ponto do Museu do Louvre.

Por mais que não seja um método de precisão científica, é só olhar a densidade de bolinhas amarelas para ter uma ideia de como todos querem mostrar que viram a Mona Lisa, que estiveram lá. E, bem, esse mapa também ajuda a dar uma ideia da muvuca que fica em torno da obra, uma muvuca proporcional à importância do retrato feito por Da Vinci.

Mapa do Museu do Louvre com pontos amarelos a cada postagem no Instagram, com destaque para a Mona Lisa (Twitter / Maps.Me)
Mapa do Museu do Louvre com pontos amarelos a cada postagem no Instagram, com destaque para a Mona Lisa (Twitter / Maps.Me)

O inverno ainda está forte, mas Japão já prevê quando as cerejeiras florescerão

O inverno no Japão não é dos mais gentis. Para esta segunda, dia 23, a previsão é de máxima de 7ºC e mínima de -2ºC em Tóquio, mas os termômetros ficarão entre -4 e -13 em Sapporo, ao norte do país. Isso porque o final de janeiro já tem uma melhora em relação a dezembro. Como o verão também não é muito agradável, com muito calor e umidade, os japoneses gostam mesmo é da primavera. Temperaturas agradáveis, nada de neve, chuvas moderadas e, principalmente, cerejeiras cheias de flores para tingir de rosa as paisagens.

A floração da cerejeira é um dos símbolos da chegada da primavera, o que faz com que seja muito aguardada pelos japoneses. Festas são organizadas em diversas cidades, jardins se preparam para exibi-las da forma mais exuberante possível e, claro, turistas de dentro e fora do Japão se programam para ver esse espetáculo. Por isso, meteorologistas e botânicos buscam antecipar em meses a descoberta de quando a sakura (nome da flor da cerejeira em japonês) aparecerá em cada região do país.

Na última semana, saiu a primeira previsão da floração de 2017. A Japan Meteorological Corp. informou que as cerejeiras devem florescer a partir de 22 de março em Tóquio (microclima de metrópole) e a partir do dia seguinte nas cidades mais quentes, ao sul. Essa data avança de acordo com o clima de cada região, até o norte da ilha de Hokkaido, que só deve ver a sakura em 10 de maio. Por essa previsão, as flores devem desabrochar uma semana antes do normal.

Primeira previsão para a floração das cerejeiras no Japão em 2017
Primeira previsão para a floração das cerejeiras no Japão em 2017

O relatório é bastante detalhado, mesmo na versão em inglês, com mapa (acima) e tabela por distritos, e a própria empresa de meteorologia recomenda o acompanhamento periódico de sua página, para ver qualquer atualização dessa previsão.